O fundo KIVO11 registrou em maio de 2026 patrimônio líquido de R$ 187,57 milhões, ante R$ 187,20 milhões em abril. A cota patrimonial ficou em R$ 84,39, contra aproximadamente R$ 85,48 no mês anterior, enquanto a cota de mercado fechou a R$ 61,10. Isso elevou o deságio para 27,6%, acima dos 25,0% observados em abril.
A distribuição referente a maio foi de R$ 0,80 por cota, inferior aos R$ 0,85 de abril, gerando dividend yield mensal de 1,31% e anualizado de 15,71%, contra 1,33% e 15,92% no período anterior.
A parcela investida em CRIs avançou a 50,9% do PL, de 49,5% em abril, com duration médio subindo para 2,61 anos frente a 2,56 anos. O caixa aumentou para 29,3% do PL, contra 28,2%, e a posição em FIIs recuou para 19,8%, de 22,4%. A marcação a mercado média da carteira de CRIs ficou em 94,7%, abaixo dos 96,4% do mês anterior.
As quatro operações em reestruturação, Starbucks, Ekko, Olimpo e Arquiplan, mantiveram as mesmas marcações a mercado e sem novas atualizações em relação ao relatório de abril. O comentário do gestor limitou-se ao cenário macro, mencionando tensões no Oriente Médio, reprecificação da curva de juros doméstica e elevação das expectativas de inflação, sem citar decisões específicas de gestão ou alterações na estratégia do fundo.