KISU11

KILIMA FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS SUNO 30 RESPONSABILIDADE LIMITADA

Demonstrações Financeiras - Substituição de administrador

Ativo

Referência

27/05/2026

Entrega

08/09/2026 20:13

Resumo

O documento traz as demonstrações financeiras do KISU11 referentes ao período de 1 de janeiro a 27 de maio de 2026, com relatório do auditor independente PricewaterhouseCoopers emitido em 8 de setembro de 2026. Na opinião da auditoria, as demonstrações apresentam adequadamente a posição patrimonial e financeira do fundo, sem ressalvas, mas com duas ênfases. A primeira trata da transferência da administração da BRL Trust para o BTG Pactual Serviços Financeiros e da gestão da Kilima Gestão de Recursos para a Suno Gestora de Recursos, aprovada em consulta formal aos cotistas em 18 de maio de 2026 e efetivada na abertura de 28 de maio de 2026, incluindo ainda a aprovação para subscrição de cotas da 3ª emissão do Suno Multiestratégia e posterior liquidação do fundo com partilha do patrimônio. A segunda ênfase trata do desenquadramento em relação ao regulamento, pois o fundo mantinha apenas cerca de 52,06 por cento do patrimônio em cotas integrantes da carteira teórica do índice Suno 30, abaixo do mínimo de 80 por cento exigido.

Em termos patrimoniais, o KISU11 encerrou 27 de maio de 2026 com patrimônio líquido de cerca de 470,7 milhões de reais, correspondente a um valor patrimonial por cota de 7,91 reais, enquanto a cota negociada na B3 fechou a 6,82 reais na mesma data. O ativo era composto principalmente por 458,1 milhões de reais em cotas de outros fundos imobiliários, equivalentes a 97,33 por cento do patrimônio, além de 12,7 milhões de reais em fundo de renda fixa para caixa. No período, o fundo apurou rendimentos de cotas de FIIs de 19,6 milhões de reais, mas registrou ajuste negativo a valor justo de 24,9 milhões de reais, o que levou a um prejuízo contábil de 5,7 milhões de reais e a uma rentabilidade negativa de 1,54 por cento no período. Houve captação relevante com integralização de cerca de 123,4 milhões de reais em 15,3 milhões de novas cotas da 3ª emissão, elevando o total para 59,5 milhões de cotas em circulação.

Sobre os rendimentos, o lucro em regime de caixa apurado conforme a Lei 8.668 foi de 19,2 milhões de reais, dos quais 14,4 milhões foram apropriados como rendimentos do período e 17,5 milhões foram efetivamente pagos aos cotistas considerando saldos de períodos anteriores, o que corresponde a cerca de 75 por cento da base caixa e a um percentual médio de 3,93 por cento sobre a quantidade média de cotas. As despesas operacionais somaram 955 mil reais, sendo 676 mil reais de taxa de administração e gestão, dentro de uma taxa global de até 0,65 por cento ao ano sobre o patrimônio, sem cobrança de performance ou taxa de saída. A auditoria destacou como principais assuntos a existência e a mensuração das cotas de FIIs listados, conferidas junto à B3 e pelos preços de última negociação, e das cotas não listadas, como o FII Jerusalém, avaliado pelo valor da cota informado pelo seu administrador.