O relatório de demonstrações financeiras auditadas do KISU11 em 31 de dezembro de 2025, emitido pela PwC com opinião sem ressalvas, apresenta o balanço patrimonial totalizando R$ 370,7 milhões, com 97,9% em cotas de fundos imobiliários (R$ 359,7 milhões) e 3% em caixa e equivalentes (R$ 11 milhões). Comparado a 2024, os ativos cresceram 9%, impulsionados por valorizações, enquanto o patrimônio líquido atingiu R$ 367,4 milhões (aumento de 9,2%), com valor patrimonial da cota em R$ 8,31 (ante R$ 7,62). O passivo circulante é baixo, em R$ 3,3 milhões, mainly rendimentos a distribuir.
No resultado do exercício, o KISU11 registrou lucro líquido de R$ 68 milhões (R$ 1,54 por cota), revertendo o prejuízo de R$ 25,4 milhões de 2024, graças a rendimentos de cotas de FIIs de R$ 39,5 milhões e ajuste positivo ao valor justo de R$ 29,5 milhões, menos despesas operacionais de R$ 2,3 milhões. O fundo mantém 44,2 milhões de cotas em circulação, com distribuição de 96,5% dos resultados (R$ 37,1 milhões pagos), seguindo a política semestral mínima de 95%. Nos fluxos de caixa, as atividades de investimento geraram R$ 38 milhões líquidos, contrabalançados por distribuições aos cotistas.
O KISU11, administrado pela BRL Trust, replica o índice Suno 30 com investimentos em cerca de 40 FIIs listados na B3, diversificados em tijolo (galpões, escritórios, shoppings), papel (CRIs) e híbridos, sem novas emissões em 2025. O preço de fechamento da cota foi R$ 6,97 (de R$ 7,10 em 2024), com taxa de administração de até 0,65% a.a. As notas destacam riscos como mercado, liquidez, crédito e tributário, sem contingências judiciais ou eventos subsequentes relevantes além de aprovação para terceira emissão.