No relatório de fevereiro de 2026 do KISU11, o número de cotistas caiu para 102.448, uma redução de 0,32% em relação a janeiro, continuando a tendência de declínio marginal observada desde o pico em 2023, com base agora em 4.218 cidades.
O valor patrimonial subiu para R$ 373,81 milhões, ante R$ 372,59 milhões em janeiro, enquanto o PL de mercado aumentou para R$ 323,07 milhões, de R$ 313,79 milhões. A cota patrimonial foi para R$ 8,46, de R$ 8,43, e a cota de mercado fechou em R$ 7,31 em 27/02, ante R$ 7,10 em 30/01, elevando o P/VP para 0,86x, de 0,84x.
A alocação em FIIs avançou para 95,40% do PL, de 92,21% no mês anterior, com agora 36 ativos na carteira, contra 35. Os principais pesos seguem semelhantes, como KNHY11 em 3,39%, MXRF11 em 3,42% e BTLG11 em 3,69%, mas houve ajustes pontuais, como inclusão ou realocação em SNEL11 com 3,15% em híbrido/multiestratégia. A gestão menciona análise em curso para alocar o caixa remanescente em FIIs do índice SUNO 30 nos próximos dois meses.
A média ponderada da carteira de FIIs mostra P/BV em 0,92x e DY anualizado de 11,4%, contra 0,90x e 10,7% em janeiro. Para o KISU11, o DY mensal foi de 0,96%, de 0,99%, e o anualizado caiu para 11,49%, de 11,83%.
A receita auferida em fevereiro foi de R$ 3.249,2 mil, com R$ 3.138,8 mil de FIIs, queda ante R$ 3.529,1 mil totais e R$ 3.401,8 mil de FIIs em janeiro. O lucro líquido regime de caixa foi R$ 3.063 mil, de R$ 3.236,4 mil, mas a distribuição manteve R$ 0,07 por cota, totalizando R$ 2.909,8 mil, ante R$ 3.074,6 mil.
O volume negociado médio diário no secundário caiu para R$ 405,3 mil, de R$ 767,9 mil em janeiro. No comentário do gestor, destaca-se novo evento global com escalada militar no Oriente Médio elevando petróleo, com Brasil como possível beneficiário por exportações de commodities; menciona polarização eleitoral 2026 entre Lula e Flávio Bolsonaro; e reitera expectativa de ciclo longo de cortes na Selic, apesar de incertezas. A gestão nota menor apetite por ganhos de capital devido a juros futuros abertos, com resultados mais dependentes do carrego, mantendo distribuição em R$ 0,07 por cota.