No relatório de abril de 2026, a cota patrimonial do KFOF11 subiu 1,12% para R$ 93,50, enquanto a cota de mercado avançou 1,04% para R$ 83,67, ampliando o desconto em relação ao patrimonial para 10,51% ante 10,35% em março. O patrimônio líquido cresceu para R$ 655,8 milhões, contra R$ 654,1 milhões no mês anterior. O rendimento distribuído manteve-se em R$ 0,80 por cota, com reserva acumulada não distribuída em R$ 0,81 por cota, ligeiramente abaixo dos R$ 0,84 de março, e projeção de manter entre R$ 0,75 e R$ 0,85 no primeiro semestre, com base em R$ 0,80.
O gestor reportou compras de posições em fundos de CRI, Escritórios e Residencial, totalizando impacto positivo de 1,74% no patrimônio, e vendas em Multiestratégia (-0,18%) e Híbrido (-0,01%). Isso reflete alocação mais conservadora, com caixa e LCI em 17,4% (ante 19,2% em março), FIIs em 78,0% (ante 76,2%) e CRI mais fundos de CRI somando 25,0% do patrimônio. Na composição por categoria, destaque para FII de CRI em 20,5%, Escritórios em 18,2%, Logística em 14,3% e Multiestratégia em 11,8%, com caixa listado em 3,2% no gráfico por categoria.
O volume negociado caiu para R$ 17,6 milhões em abril, contra R$ 37,2 milhões em março, com média diária de R$ 882 mil. No desempenho relativo ao IFIX (+1,53% no mês), o KFOF11 ficou 0,41% abaixo, com contribuição negativa de CRI (-0,15%) e positiva limitada; no ano, IFIX em 4,10%, com KFOF11 em 3,65% na cota patrimonial. A taxa real de 3 anos subiu para 7,88% (abertura de 12 bps), nominal em 13,74% e inflação implícita em 5,43%. O gestor mantém foco em ativos com TIR atrativa, citando cenário de inflação alta, juros elevados e incerteza eleitoral, com intenção de continuar compras em maio. O upside potencial total do portfólio ficou em 24,7%, similar aos 24,79% de março, com Escritórios em 72,9%. O CRI Even permaneceu inalterado em 4,6% do PL.