No mês de maio de 2026 o KFOF11 apresentou patrimônio líquido de R$ 643,8 milhões, abaixo dos R$ 655,8 milhões registrados em abril. A cota patrimonial recuou para R$ 91,78, ante R$ 93,50 no mês anterior, com variação de -0,98%, enquanto o IFIX caiu 1,33%. A cota de mercado fechou em R$ 80,90, elevando o desconto para 11,85% em relação ao valor patrimonial.
O gestor do KFOF11 adquiriu posições em fundos de CRI e Residencial e vendeu posições no setor de Logística. Em abril, as compras haviam se concentrado em CRI, Escritórios e Residencial, com venda em Multiestratégia. A parcela de caixa e LCI recuou para 16,6%, contra 17,4% no mês anterior. O volume negociado subiu para R$ 26,8 milhões, acima dos R$ 17,6 milhões de abril.
O rendimento distribuído permaneceu em R$ 0,80 por cota, com reserva acumulada de R$ 0,76 por cota, em comparação a R$ 0,81 em abril. A alocação em fundos imobiliários atingiu 78,8%, ligeiramente acima dos 78,0% do mês anterior. A projeção de rendimentos para o primeiro semestre de 2026 segue entre R$ 0,75 e R$ 0,85 por cota.
O relatório destaca a alta das taxas de juros reais de três anos para 8,03% e a projeção de Selic terminal em 13,60%. O gestor sinaliza análise de alocações em fundos estruturados de CRI como complemento ao crédito imobiliário.