No mês de julho o KFOF11 apresentou queda de 0,19% na cota patrimonial, variando de R$ 89,31 para R$ 88,34, enquanto o IFIX recuou 0,32%. A cota de mercado caiu 1,14% para R$ 78,81, elevando o desconto em relação ao valor patrimonial de 9,83% para 10,78%. O patrimônio líquido diminuiu para R$ 619,6 milhões, ante R$ 626,5 milhões em junho.
O fundo comprou cotas de fundos de CRI e Escritórios no valor de 1,73% do patrimônio e vendeu posições em Logística e Multiestratégia no valor de 1,01% do patrimônio. Em junho as compras haviam sido menores, de 0,77% do patrimônio em CRI, Escritórios e Residencial, com vendas de 0,34% em Logística e Multiestratégia. A alocação em FIIs subiu para 79,1%, contra 78,7% no mês anterior, enquanto caixa e LCI recuaram para 16,3%, de 16,6%.
O rendimento distribuído permaneceu em R$ 0,80 por cota, com a reserva acumulada em R$ 0,76 por cota. A projeção para o segundo semestre de 2026 continua entre R$ 0,75 e R$ 0,85 por cota, com base em R$ 0,80. No acumulado de 2026 o IFIX registrou alta de 1,14%, contra 1,46% até junho.
O relatório destaca a escalada do conflito entre EUA e Irã em julho, com elevação do preço do petróleo e aumento do risco geopolítico, diferentemente do acordo provisório reportado em junho que havia reduzido o preço do Brent. As taxas de juros reais de três anos fecharam em 8,32% em julho, após alta para 8,60% em junho.