No relatório de março de 2026, a cota patrimonial do KFOF11 caiu 0,14%, de R$ 94,55 em fevereiro para R$ 93,25, superando a queda de 1,06% do IFIX, enquanto a cota de mercado recuou 1,29% para R$ 83,60, ampliando o desconto para 10,35% ante 9,19% no mês anterior. O patrimônio líquido reduziu para R$ 654 milhões, de R$ 660 milhões.
O gestor reduziu posições em fundos de CRI e Multiestratégia, além de encerrar posições short em Shoppings e Renda Urbana com lucro, contrastando com as vendas em CRI, Logística e Multiestratégia vistas em fevereiro. A parcela de caixa e LCI caiu para 19,2%, de 22,3%, com alocação em FIIs subindo para 76,2% ante 73,2%; por categoria, Shoppings/Varejo ficou em 16,1%, Renda Urbana em 18,0% e Escritórios em 10,2%.
Nas movimentações do mês, houve compras líquidas de 3,27% do patrimônio, com aportes em Shoppings/Varejo (2,01%), Renda Urbana (0,90%), FII de CRI (0,38%) e Residencial (0,16%), e vendas menores em Logística (-0,05%) e Multiestratégia (-0,14%), invertendo o movimento vendedor de -7,38% em fevereiro.
O rendimento distribuído foi R$ 0,80 por cota, pago em 15/04/2026, com resultado gerado de R$ 0,96 por cota impulsionado por ganho de R$ 0,19 na alienação de ativos; a reserva acumulada subiu para R$ 0,86 por cota, de R$ 0,69. Receitas de FIIs caíram para R$ 3,9 milhões (de R$ 4,7 milhões em fevereiro), mas receita financeira cresceu para R$ 1,4 milhão e ganho na alienação para R$ 1,4 milhão; a projeção para o 1S26 segue entre R$ 0,75 e R$ 0,85, com base em R$ 0,80.
O volume negociado aumentou para R$ 37,2 milhões, de R$ 30,2 milhões, com 449.511 cotas (6,41% do total) e média diária de R$ 1,69 milhão. No cenário macro, o conflito EUA-Israel-Irã elevou petróleo e expectativas de inflação, com juros de 3 anos no Brasil em 13,8% nominal e 7,8% real. A análise de upside total do portfólio indica 24,79%, ante 21,23% em fevereiro, com Escritórios em 73,64%. O CRI da Even segue estável em 4,6% do PL, com LTV de 66%.