O relatório mensal de junho de 2026 do KDIF11, da Kinea, informa que o fundo, focado em debêntures incentivadas de infraestrutura com benchmark no IMA-B, rendeu -0,79% no mês, enquanto o índice caiu 1,04%. O patrimônio líquido chegou a R$ 2,8 bilhões, com 53.984 cotistas, cota de mercado em R$ 120,55 e cota patrimonial em R$ 118,23, gerando um ágio de 3,20%. O volume médio diário de negociação foi de R$ 3 milhões.
No quinto dia útil de julho, os cotistas receberão R$ 1,45 por cota de rendimento relativo a junho, com dividend yield de 13,6% nos últimos 12 meses. A carteira está 87% alocada em debêntures, com yield médio de IPCA mais 10,22%, duration de 5,6 anos e spread de 1,52% acima do IMA-B, distribuída em 70 emissões de baixo risco de crédito, sendo 28% em rating AAA e principal concentração nos setores de saneamento, geração solar e rodovias.
O mês marca o encerramento de um programa especial de distribuições de R$ 1,45 por cota, com os rendimentos voltando ao padrão histórico a partir de julho, dependentes dos ativos e da inflação. O cenário de juros reais elevados no Brasil, acima de 8% ao ano em vários vencimentos, aponta para retorno atrativo do KDIF11 se as taxas se estabilizarem, e o fundo está em fase final de negociação para uma nova operação exclusiva em julho.