O documento é o relatório mensal de maio de 2026 do KDIF11, fundo de debêntures incentivadas de infraestrutura gerido pela Kinea. Ele informa que o patrimônio líquido alcançou R$ 2,8 bilhões, com 53.410 cotistas, e que o fundo rendeu -0,06% no mês, contra alta de 0,31% do benchmark IMA-B. No dia 8 de junho de 2026, os cotistas receberam R$ 1,45 por cota de rendimento, o que representou um dividend yield de 13% nos últimos 12 meses. A cota patrimonial fechou a R$ 120,63, com a de mercado negociada com ágio de cerca de 3,62%.
A carteira do KDIF11 estava alocada em 87% em debêntures incentivadas de infraestrutura, com taxa média de carregamento de IPCA mais 9,84% e duração de 5,8 anos. O fundo mantém 70 emissões diversificadas, sendo 32% em créditos com rating AAA, e o prêmio médio de crédito ficou em 1,58% acima da NTN-B. O desempenho inferior ao benchmark no mês foi atribuído principalmente à elevação dos prêmios de crédito das debêntures, que subiram 8 bps no período, enquanto o índice de mercado subiu apenas 2 bps.
O relatório também apresenta o cenário de juros elevados no Brasil e nos Estados Unidos, com pressão inflacionária e menor probabilidade de cortes de taxa no curto prazo. O fundo não realizou novos investimentos em maio, mantendo foco em debêntures de longa duração e sem risco de refinanciamento, além de empresas com receitas e despesas indexadas à inflação. Desde o início, a cota patrimonial acumulou retorno de 150,5%, superando o IMA-B em 12,7%.