No relatório de fevereiro de 2026, o patrimônio líquido do KCRE11 alcançou R$ 345,13 milhões, alta ante R$ 341,57 milhões em janeiro. A cota patrimonial subiu para R$ 9,59 de R$ 9,49, enquanto a cota de mercado foi R$ 9,03 contra R$ 9,00, ampliando o deságio para 5,81% de 5,14%. O número de cotistas caiu para 16.236 de 16.208, e a liquidez média diária reduziu para R$ 447,96 mil de R$ 600,59 mil.
A alocação em ativos alvo baixou para 104,0% do patrimônio de 106,7%, com caixa subindo para 3,4% de 0,6%. A taxa média MTM dos CRI IPCA recuou para IPCA + 9,68% a.a. de +9,85% a.a., com prazo médio de 13,6 anos ante 13,7 anos; já os CRI CDI mantiveram 8,0% do PL (era 8,4%), com taxa de CDI + 4,14% a.a. A composição por estratégia permaneceu em 84,7% Home Equity Creditas e 15,3% Pro-soluto, e por indexador em 89,4% IPCA, 7,5% CDI e 3,1% SELIC.
Não há menção a novas compras ou vendas de ativos. A exposição a operações compromissadas reversas segue em 7,3% do PL. O resultado líquido de fevereiro foi R$ 2,7 milhões (R$ 0,07/cota), ante R$ 2,8 milhões (R$ 0,07/cota) em janeiro, com distribuição de R$ 2,9 milhões (R$ 0,08/cota) em ambos, mantendo rentabilidade de 0,79% ou 80% da taxa DI. Reserva acumulada não distribuída é R$ 0,06/cota, ante R$ 0,07/cota.
No acompanhamento da carteira Creditas, o recebimento de principal em janeiro (referência do relatório) foi 2,26x o esperado, alta ante 1,50x em dezembro. Inadimplência caiu para 3,2% do saldo devedor de 3,4%, com 1,77% dos créditos em recuperação via garantias (era 1,85% do PL). Créditos ativos subiram para 1.629 de 1.627, ticket médio para R$ 218,9 mil de R$ 221,2 mil, e LTV médio para 50% de 51%. Índices de cobertura se mantêm estáveis, com sênior em torno de 1,03-1,05 e mezanino em 1,19-1,23.