No relatório de janeiro de 2026, o KCRE11 registrou patrimônio líquido de R$ 341,57 milhões, alta ante R$ 340,82 milhões em dezembro de 2025, com cota patrimonial em R$ 9,49 e cota de mercado em R$ 9,00, reduzindo o deságio de 7,15% para 5,14%. O número de cotistas subiu para 16.208, de 16.025, e a liquidez média diária aumentou para R$ 600,59 mil, de R$ 463,65 mil.
Em dezembro, o gestor alocou R$ 15 milhões em nova operação de Home Equity com a Creditas (154 Sênior), com taxas de IPCA + 9,18% (R$ 9,2 milhões) e IPCA + 10,30% (R$ 5,8 milhões), maior que os R$ 9,4 milhões investidos no mês anterior na mesma operação 154. A alocação em ativos alvo subiu para 106,7% do PL, de 103,9%, com caixa caindo para 0,6%, de 3,4%. A taxa média MTM dos CRI IPCA ficou em IPCA + 9,85% a.a. (98,4% do PL, ante 95,1% e +9,90%), e CRI CDI em CDI + 4,15% a.a. (8,4% do PL, ante 8,8% e +4,17%), com prazo médio de 13,7 anos.
A exposição em operações compromissadas reversas permaneceu em 7,3% do PL. Na carteira Creditas, a inadimplência caiu para 3,4% do saldo devedor em dezembro (de 4,7% em novembro), com créditos em retomada em 1,75% do PL (ante 1,81%). O recebimento de principal foi 1,50x acima do esperado (de 1,80x), ticket médio subiu para R$ 221,2 mil (de R$ 219,7 mil), créditos ativos para 1.627 (de 1.593), e LTV médio estável em 51%. Índices de cobertura se mantiveram em 1,03 (sênior) e 1,20 (mezanino).
O resultado líquido de janeiro foi R$ 2,8 milhões (R$ 0,07 por cota), ante R$ 3,3 milhões (R$ 0,09) em dezembro, com distribuição de R$ 0,08 por cota (ante R$ 0,09), equivalente a 0,79% sobre cota média de ingresso de R$ 10,06 (68% da DI, ante 73%). Reserva acumulada não distribuída em R$ 0,07 por cota. A composição segue com 84,7% em Home Equity Creditas e 15,3% em Pro-soluto.