JURO11

SPARTA INFRA FIC FI INFRA RENDA FIXA CP

Relatório Gerencial - Feveireiro/2026

FI-Infra

Referência

04/03/2026

Entrega

04/03/2026 14:45

Resumo

O relatório mensal de gestão do JURO11 de fevereiro de 2026 destaca dados de fechamento em 27 de fevereiro, com patrimônio líquido de R$ 2,1 bilhões, cota patrimonial de R$ 102,02, cota de mercado na B3 de R$ 103,50 e 92.788 cotistas. O fundo, focado em debêntures incentivadas de infraestrutura, registra dividend yield de 12,3% em 12 meses, com carregamento da carteira em IPCA + 8,7% a.a., spread de crédito de 0,8% a.a., duration de 3 anos e duration do spread de 4,8 anos. As últimas distribuições foram de R$ 1,00 por cota em fevereiro, com perspectiva de manutenção mensal nesse patamar até o fim do primeiro semestre de 2026, e reserva acumulada de R$ 2,02 por cota após o pagamento.

No mês, o gestor iniciou exposição em Axia Energia, zerou Arteris e fez ajustes ativos, elevando o spread para 0,8% a.a., a duration do spread para 4,8 anos e reduzindo caixa para 9%. O mercado de debêntures incentivadas viu spreads abrirem 0,14% a.a., com entradas líquidas de R$ 4 bilhões e emissões primárias de R$ 21 bilhões até fevereiro, equilibrando oferta e demanda. A expectativa é de maior volatilidade nos spreads, favorecendo gestão ativa com ajustes em duration, caixa e risco, além de redução temporária de hedge cambial, que gerou impacto positivo de +0,1% até o período.

A rentabilidade do JURO11 foi de +0,42% no mês (contra +1,22% do IMA-B 5), +2,88% no ano e +13,81% em 12 meses, superando o benchmark em +2,04% no período. A atribuição mostra contribuição principal do IMA-B 5 (+11,5%), marcação a crédito (+2,0%) e alocação dinâmica (+0,4%), com taxa de administração de -1,0%. A carteira é diversificada em debêntures de geração de energia (27%), saneamento (12%), rodovias (10%) e outros setores de infraestrutura, com caixa em 9% e alocação majoritária em ratings AAA a AA, via fundos master.