O fundo JSRE11, gerido pela Safra Asset Management e administrado pelo Banco J. Safra, é um FII multiestratégia de gestão ativa e multicategoria, com cotas negociadas na B3 e cerca de 20,7 milhões de cotas emitidas. No período, o fundo adquiriu títulos públicos no valor de R$ 16 milhões para liquidez, cotas de outros FIIs por R$ 448 milhões para ganho de capital e renda, e imóveis como WTNU III (R$ 320 milhões), Rochaverá (R$ 408 milhões), Condomínio Paulista (R$ 465 milhões), Botafogo 2101 e 501 (cerca de R$ 7,7 milhões) e Tower Bridge (R$ 666 milhões), todos visando receita de aluguéis, com recursos provenientes de capital. A política de investimentos futuros prioriza aplicações para superar a rentabilidade alvo, ajustando a carteira conforme oportunidades em renda e outros ativos imobiliários.
A cota patrimonial do JSRE11 rendeu 4,08% no exercício, enquanto a cota de mercado teve retorno total de 16,57%. O mercado de FIIs em 2025 foi volátil, com o IFIX valorizando 21,15%, influenciado pela oscilação de juros; no setor de lajes corporativas AAA em São Paulo, a vacância caiu para 10,28%, com PIB de 2024 em +2,3% e Selic subindo para 15%. Os ativos imobiliários foram avaliados por normas ABNT, IBAPE e RICS, mostrando valorizações como 6,91% no Tower Bridge e 0,75% no WTNU III, mas desvalorizações como -9,09% nos imóveis de Botafogo e -1,32% no Rochaverá. Não há processos judiciais relevantes.
A distribuição de cotistas é pulverizada, com 93% das cotas em mãos de quem detém até 5%. A remuneração inclui taxa de administração de 0,10% a.a. e gestão de 0,90% a.a., totalizando R$ 12,6 milhões pagos (0,57% do patrimônio contábil). Assembleias seguem regras do regulamento, com participação eletrônica via site da Safra Asset; políticas de fatos relevantes, voto e riscos estão disponíveis em links específicos, e não há representante de cotistas ou chamadas de capital.