No relatório de fevereiro/2026 do JSRE11, a gestora destaca a locação de 6.660 m² no WT Morumbi Ala B para a Novartis, além da entrada do TRT no Edifício Paulista com ganho real de 50% sobre o contrato anterior e das entradas do Banco BV e AG Capital no Rochaverá, substituindo Avaya e Vifor. Houve saídas no Tower Bridge, com a NCR pagando multa equivalente a um ano de aluguel e a Medtronic devolvendo 700 m², elevando a vacância física desse ativo para 10,2%, ante 2,5% em novembro/2025.
O fundo realizou o pré-pagamento integral do CRI Rochaverá de R$ 135 milhões, eliminando essa dívida do passivo e gerando resultado adicional. Nos meses anteriores, concluiu a integralização na subclasse B do JS Renda Imobiliária FII via transferência de 46% de fração ideal de unidades do Tower Bridge, resultando em condomínio com 61% para o JSRE11 e 39% para o outro fundo, o que adiciona exposição indireta a WT Morumbi, Work Bela Cintra e parte do Tower Bridge.
A ABL total consolidada subiu para 161.705 m², ante 121.938 m² em novembro/2025, refletindo a inclusão dos ativos via JSRI. A vacância física consolidada aumentou para 8,3% e financeira para 11,6%, ou 6,5% e 7,5% sem o JSRI, com WT Morumbi em 19,8%. No portfólio próprio, Tower Bridge representa 30,9% do PL (era 47,6%), com cotas subordinadas do JSRI em 8,8% do PL.
O resultado por cota foi de R$ 0,86 em fevereiro/2026, ante R$ 0,55 em novembro/2025, impulsionado por receita imobiliária de R$ 21 milhões (de R$ 14,2 milhões), com despesas financeiras do CRI reduzidas. O rendimento distribuído manteve R$ 0,48 por cota, com DY mensal de 0,72% sobre cota de R$ 67,00. A cota patrimonial subiu para R$ 103,73 (de R$ 102,12), cotistas para 90.483 (de 84.869) e liquidez média diária para R$ 2,9 milhões (de R$ 2,4 milhões). O WALE consolidado está em 3,0 anos.