No relatório de abril de 2026 do JSRE11, a cota fechou em R$ 64,80, abaixo dos R$ 66,64 de março, enquanto o valor de mercado do fundo caiu para R$ 1.345.722.854. O valor patrimonial por cota subiu para R$ 102,83, com o patrimônio líquido aumentando para R$ 2.135.526.993 frente aos R$ 2.120.240.826 do mês anterior. O dividend yield de 12 meses subiu para 8,89%, contra 8,64% em março.
No comentário do gestor, foram destacados avanços nas negociações de locação de cerca de 3.900 m² no Tower Bridge, com possibilidade de redução da vacância do ativo de 13,3% para 6,4% após conclusão, além de tratativas para mais 2.900 m². No Rochaverá, foi renovado o contrato da American Express por 60 meses. O mercado da região Chucri Zaidan registrou absorção líquida de 17.035 m² e crescimento real de 14,5% nos preços pedidos. No WT Morumbi, há negociações em andamento para dois pavimentos. O Ed. WTNU III permanece com 100% locação e iniciou retrofit no lobby. Os dados consolidados de São Paulo mostram vacância regional recuando de 16,0% para 11,3% e absorção de 150.570 m².
O JSRE11 detém 100% das cotas subordinadas do JS Renda Imobiliária, e o relatório menciona avanço na diligência para aquisição de um ativo corporativo em São Paulo, com expectativa de fato relevante futuro. A participação das cotas subordinadas subiu para 19,5% do patrimônio líquido, contra 17,0% em março, com saldo de R$ 416.702.604.
O resultado financeiro de abril foi de R$ 9.961.014, com rendimento distribuído de R$ 9.968.317, gerando R$ 0,48 por cota, superior ao resultado de R$ 5.819.947 de março, que havia sido impactado por despesas não recorrentes. A receita imobiliária foi de R$ 9.639.550. O volume médio diário negociado caiu para R$ 2.106.816, abaixo dos R$ 2.552.360 de março.