No relatório de março de 2026 do JSRE11, a cota de mercado fechou em R$ 66,64, abaixo dos R$ 67,00 de fevereiro, enquanto a cota patrimonial caiu para R$ 102,10 ante R$ 103,73 no mês anterior. O valor de mercado do fundo recuou para R$ 1,38 bilhão, e o patrimônio líquido diminuiu para R$ 2,12 bilhões. O número de cotistas subiu de 90.483 para 91.473, e a liquidez média diária ficou em R$ 2,55 milhões, contra R$ 2,92 milhões em fevereiro.
O comentário do gestor destacou o avanço nas negociações de renovação de contratos no Rochaverá e no Tower Bridge, com prazos de 36 meses ou mais. Houve a devolução do espaço da EMAE no Tower Bridge Corporate, que foi entregue mobiliado, e já recebeu visitas de interessados. O fundo celebrou a subscrição de cotas da subclasse B do JS Renda Imobiliária, com integralização via transferência de 27,5% de unidades do Tower Bridge. O resultado por cota foi de R$ 0,28, menor que os R$ 0,86 de fevereiro, principalmente por conta dessa integralização. O dividendo manteve-se em R$ 0,48 por cota, gerando yield de 0,72% no mês, igual ao período anterior.
Na composição do patrimônio, os imóveis diretos passaram a representar 76,3%, contra 86,7% em fevereiro, com o Tower Bridge Corporate caindo para R$ 415,9 milhões e 19,6% do PL. As cotas subordinadas do JS Renda Imobiliária subiram para R$ 401,8 milhões e 17,0% do PL, ante R$ 188,8 milhões e 8,8% no mês anterior. A carteira de CRI permaneceu estável em torno de R$ 60,5 milhões.
O portfólio consolidado apresentou vacância física e financeira de 9,1%, acima dos 8,3% físicos e 11,6% financeiros de fevereiro. Sem considerar o JSRI, a vacância física ficou em 7,7%. O WALE consolidado foi de 2,9 anos, praticamente igual aos 3,0 anos anteriores. A receita imobiliária no mês caiu para R$ 10,0 milhões, contra R$ 21,0 milhões em fevereiro, refletindo em parte a transferência de frações do Tower Bridge.
O histórico de rendimentos mostra que o resultado por cota de R$ 0,28 em março foi o menor desde dezembro de 2025. A projeção de distribuição continuou em R$ 0,48 por cota até junho de 2026. O retorno de mercado nos últimos 12 meses ficou em 21,50%, inferior aos 29,25% registrados até fevereiro.