No relatório de março/2026 do JSRE11, a gestora destaca avanços nas negociações para renovação de contratos no Rochaverá e Tower Bridge, com prazos de 36 meses ou mais, e a devolução do espaço da EMAE no Tower Bridge Corporate, que foi entregue mobiliado e já recebeu visitas de potenciais locatários, com negociações em andamento para espaços vagos.
O fundo celebrou subscrição de cotas da Subclasse B do JS Renda Imobiliária (JSRI), integralizando por transferência de fração ideal de 27,5% de unidades do Tower Bridge, alinhado à diversificação e com prioridade de rendimentos para cotas seniores.
O resultado por cota caiu para R$ 0,28 ante R$ 0,86 em fevereiro, impactado pela integralização do Tower Bridge e despesas financeiras não recorrentes com CRI Rochaverá; o rendimento distribuído manteve R$ 0,48 por cota, com DY mensal de 0,72% sobre cota de R$ 66,64. Receita imobiliária foi R$ 10 milhões, contra R$ 21 milhões no mês anterior, e total de receitas R$ 11 milhões versus R$ 22,5 milhões.
Na composição da carteira, o valor contábil do Tower Bridge Corporate reduziu para R$ 416 milhões (19,6% do PL) de R$ 666 milhões (30,9%), enquanto cotas subordinadas do JSRI subiram para R$ 402 milhões (17%) de R$ 189 milhões (8,8%); total de imóveis diretos em R$ 1,62 bilhão (76,3% do PL de R$ 2,12 bilhões), ante R$ 1,87 bilhão (86,7% do PL de R$ 2,15 bilhões). CRI Atacadão cresceu levemente para R$ 60,5 milhões (2,6%).
Vacância física consolidada subiu para 9,1% de 8,3%, e financeira para 9,1% de 11,6%; no Tower Bridge, vacância física foi 13,3% ante 10,2%, devido à devolução da EMAE; WT Morumbi manteve 19,8%, demais imóveis em 0%. WALE consolidado em 2,9 anos, ante 3,0. ABL total 161.705 m² estável.
Cota patrimonial em R$ 102,10 ante R$ 103,73; retorno de mercado + rendimento mensal 0,18% versus -1,85%; número de cotistas subiu para 91.473 de 90.483, liquidez média diária R$ 2,55 milhões ante R$ 2,92 milhões. Projeção de rendimentos segue em R$ 0,48 por cota para próximos meses, com banda de R$ 0,48 a 0,56.