No relatório de setembro de 2026, o JSAF11 registrou um retorno total por valor de mercado de 1,70% e de 1,66% pela ótica patrimonial, superando o IFIX, que apresentou variação negativa de 0,20% no mês. A distribuição de proventos foi mantida em R$ 0,080 por cota, equivalente a um dividend yield de 1,13% frente ao preço de fechamento de R$ 7,08. A cota patrimonial avançou de R$ 8,85 para R$ 8,92, e a reserva de resultado acumulado para distribuição passou de R$ 0,011 para R$ 0,012 por cota.
No âmbito das movimentações da carteira, a gestão encerrou 80% da posição tática no KNHY11, que havia sido iniciada em agosto, gerando um ganho de capital de R$ 117.115 no período. Os recursos e a estratégia foram direcionados para a abertura e o aumento de posições em fundos de tijolo, com foco nos segmentos de lajes corporativas e logística. Como reflexo dessas movimentações, o JSRE11 aumentou sua participação de 1,94% para 2,42% dos ativos, e o FPAB11 passou de 10,52% para 10,91%. A alocação em ações de empresas listadas, que representava 1% em agosto, foi zerada em setembro.
O fundo encerrou o mês com 73% do patrimônio em cotas de outros FIIs, 4% no CRI HSLG11/Bemol e 21% em ativos de liquidez, equivalentes a aproximadamente R$ 149 milhões. A gestão destacou que planeja acelerar a alocação desse caixa nos próximos meses, o que deve reduzir o nível de liquidez da carteira. A projeção de distribuição para o último trimestre de 2026 permaneceu com a faixa estimada entre R$ 0,075 e R$ 0,095 por cota. Já nos indicadores de negociação, a liquidez média diária caiu de R$ 1,68 milhão para R$ 1,31 milhão por dia, e a base de investidores recuou de 26.218 para 25.767 cotistas.