Em abril de 2026, o ITRI11 apresentou cota patrimonial de R$ 95,31, queda de 0,55% em relação aos R$ 95,84 de março, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 88,44, de R$ 88,03. O patrimônio líquido recuou para R$ 595,66 milhões, de R$ 598,97 milhões, e o número de cotistas aumentou para 17.783, ante 17.424. A distribuição permaneceu em R$ 0,85 por cota, com dividend yield de 12,16% sobre a cota de mercado e 11,18% sobre a patrimonial.
A reserva de caixa fechou o mês em R$ 0,85 por cota, acima dos R$ 0,72 de março, conforme estratégia de manter a capacidade de distribuição dentro da faixa de 0,75 a 0,85 por cota. O fundo registrou geração de caixa positiva, impulsionada por rendimentos e ganho de capital do RDLI11, além de contribuições da exposição a ações, que, no entanto, pode ficar mais restrita nos próximos meses diante da maior incerteza externa.
A composição do portfólio mostrou leve ajuste: FIIs subiram para 81,39% do patrimônio, de 81,11%, com destaque para XPML11 em 9,63%; ações recuaram para 4,41%, de 4,71%; FIIs de desenvolvimento avançaram para 2,63%, de 2,45%; e CRI ficou em 9,63%, praticamente estável. A carteira de CRI manteve foco em incorporação, com duration médio de 2,55 anos e taxa média de aquisição próxima de 10,42% no IPCA+.
O IFIX avançou 1,53% no mês, recuperando parte da queda de março, enquanto o Ibovespa ficou praticamente estável. No ano, a cota patrimonial acumula retorno de 3,35% e a cota de mercado, 12,21%. O gestor segue mantendo a estratégia diversificada entre classes imobiliárias, sem alterações relevantes na alocação ou em eventos de compra e venda de ativos no período.