No relatório de maio de 2026 do ITRI11, a cota patrimonial recuou para R$ 93,71, contra R$ 95,31 no mês anterior, enquanto a cota de mercado caiu para R$ 84,26, de R$ 88,44. O deságio entre as duas cotas voltou a subir, chegando a 10,09%, nível próximo ao registrado no início do ano. O número de cotistas aumentou para 18.038, ante 17.783 em abril, e o patrimônio líquido diminuiu para R$ 585,70 milhões, de R$ 595,66 milhões.
O fundo realizou uma nova alocação em CRI da MRV, no valor de 2,13% do patrimônio, com taxa de CDI + 2,05%. Com isso, a participação de CRIs no portfólio subiu para 11,81%, contra 9,63% no mês anterior, enquanto a fatia de FIIs listados recuou para 79,03%, de 81,39%. As principais posições em FIIs mantiveram composição parecida, com destaque para XPML11, VISC11 e RBRY11.
O dividend yield em relação à cota de mercado ficou em 12,80% ao ano, ligeiramente acima dos 12,16% de abril, com distribuição mantida em R$ 0,85 por cota. A rentabilidade dos últimos 12 meses na cota patrimonial foi de 13,61%, inferior aos 15,35% registrados no relatório anterior.
No cenário, o relatório destaca a saída de R$ 14,9 bilhões de capital estrangeiro da Bolsa em maio e a queda de 7,55% do Ibovespa, com o IFIX recuando 1,33%. A performance da cota patrimonial do ITRI11 foi de queda de 1,67%, e a cota de mercado recuou 3,80%.