ITRI11

ITAÚ TOTAL RETURN FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/06/2026

Entrega

14/07/2026 20:45

Resumo

No relatório de junho de 2026 do ITRI11, a cota patrimonial encerrou em R$ 90,49, ante R$ 93,71 do mês anterior, com variação mensal de -3,44%. A cota de mercado chegou a R$ 81,35, comparada a R$ 84,26 em maio. O patrimônio líquido recuou de R$ 585,70 milhões para R$ 565,55 milhões, enquanto o número de cotistas subiu de 18.038 para 19.604.

O dividend yield sobre a cota patrimonial aumentou para 11,44% a.a., contra 11,24% no mês anterior, e sobre a cota de mercado para 13,28% a.a., ante 12,80%. A distribuição mensal foi mantida em R$ 0,85 por cota, com expectativa de rendimentos entre R$ 0,75 e R$ 0,85 por cota no segundo semestre. O fundo registrou reserva acumulada de R$ 0,69 por cota.

A alocação em CRIs cresceu para 13,13% do patrimônio, frente a 11,81% em maio, com a aquisição de um novo CRI da MRV estruturado em recebíveis pró-soluto a taxa de CDI + 2,50% a.a. A fatia em FIIs listados reduziu de 79,03% para 77,91%, e o caixa passou de 2,10% para 1,87%. Entre os CRIs, destacam-se operações de incorporação com duração média de 2,28 anos.

A cota do ITRI11 incorporou integralmente o efeito de provisão relacionada ao CRI da Porto5 no FII MAGOPPF. O IFIX registrou queda de 1,21% no mês, em cenário de redução da Selic para 14,25% a.a. e volatilidade nos mercados. A rentabilidade nominal dos últimos 12 meses sobre a cota patrimonial foi de 9,23%, 0,72% abaixo do índice.

A composição dos 15 maiores FIIs no portfólio mostrou pequena variação, com XPML11 permanecendo a principal posição próxima a 9,52%. O portfólio de CRIs mantém foco em segmentos de incorporação e pulverizado imobiliário, com destaque para operações indexadas a CDI e IPCA.