No relatório de janeiro de 2026 do ITRI11, a cota patrimonial subiu para R$ 96,98, alta de 1,55% ante R$ 95,50 em dezembro de 2025, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 87,30, com ganho de 7,55% e redução do desconto para 9,98% em relação aos 13,65% anteriores. O patrimônio líquido cresceu para R$ 606,11 milhões, contra R$ 596,89 milhões, e o número de cotistas aumentou para 14.082, de 13.416.
A distribuição foi de R$ 0,85 por cota, dentro da banda de guidance para o primeiro semestre de 2026 (R$ 0,75 a R$ 0,85), gerando caixa de R$ 0,97 por cota após efeito não recorrente do RDLI11, ganho de capital em venda de ações e FIIs; a reserva atual é de R$ 0,61 por cota. Receitas totais somaram R$ 6,74 milhões, com FIIs em R$ 5,78 milhões e CRI em R$ 0,60 milhão, abaixo dos R$ 10,04 milhões de dezembro por menor impacto não recorrente.
Na composição da carteira, FIIs representam 81,51% do PL, estável ante 81,63%; CRI caíram para 9,78% de 9,98%, ações subiram para 5,01% de 4,10%, FIIs de desenvolvimento avançaram para 2,39% de 0,77%, e caixa recuou para 1,32% de 3,53%. Exposição em logística nos FIIs é de 14,36%, ante 14,45%, e escritórios em 8,77%, de 8,47%. As 15 maiores posições em FIIs mostram XPML11 em 9,42%, de 9,33%, e entrada de JSRE11 em 2,29% no top 15.
No portfólio de CRI, saldos MTM totalizam R$ 59,26 milhões, com HSI em 4,28% e taxa MTM de 12,18%, Solfacil em 2,08% com 12,81%; duração média de 2,37 anos, estável. FIIs de desenvolvimento destacam RDLI11 em logística (1,64% do PL), com obras prestes a iniciar.
O gestor destaca melhora em vacância setorial: galpões em 6,60% (de 7,39% no trimestre anterior), menor histórico, e escritórios em SP em 16,28% (de 17,31%). Performance de janeiro: cota mercado +7,55%, acima do IFIX em 2,27%. BC manteve Selic em 15% a.a., sinalizando corte de 0,50% em março se dados confirmarem.