No relatório de março de 2026 do ITRI11, a cota patrimonial fechou em R$ 95,84, com queda de 2,63% em relação a fevereiro, quando estava em R$ 98,42, resultando em patrimônio líquido de R$ 598,97 milhões, ante R$ 615,14 milhões. A cota de mercado subiu para R$ 88,03, alta de 3,25% ante R$ 86,11 de fevereiro, reduzindo o desconto para 8,14%, comparado a 12,51% no mês anterior.
O fundo distribuiu R$ 0,85 por cota, mantendo o patamar dos últimos meses, com dividend yield de 10,87% anualizado sobre cota patrimonial e 12,22% sobre cota de mercado. A reserva acumulada caiu para R$ 0,72 por cota, de R$ 0,80 em fevereiro. Receitas totais foram R$ 5,29 milhões, menor que R$ 6,97 milhões de fevereiro, com receitas de FIIs em R$ 4,33 milhões e CRIs em R$ 0,57 milhão; o resultado foi R$ 4,77 milhões, ante R$ 6,36 milhões anterior.
A composição do portfólio mudou ligeiramente: FIIs para 81,11% do PL (era 80,81%), CRIs estável em torno de 9,67% (era 9,53%), ações caíram para 4,71% (de 5,57%), FIIs de desenvolvimento para 2,45% (de 2,91%) e caixa subiu para 2,06% (de 1,18%). Nas top 15 FIIs, XPML11 segue em 9,30% (era 9,37%), VISC11 em 5,27% (era 5,31%), com entrada de KNCR11 em 2,25% e saída de VILG11. No CRI, saldos MtM totalizaram R$ 57,91 milhões, com HSI em 4,40% do PL.
O gestor destacou impacto de tensões geopolíticas no Oriente Médio, alta no petróleo e reprecificação de juros, com IFIX caindo 1,1% e ações imobiliárias em carteira desvalorizando 9% em média, contribuindo com 0,55% de perda no PL; sem alterações na posição de ações, citando valuations atrativos. Número de cotistas cresceu para 17.424, de 14.349. Rentabilidade nominal dos últimos 12 meses foi 18,47% na cota patrimonial, ante cerca de 27% em fevereiro.