Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Referência 30/06/2026 · entregue 29/09/2026
Em uma linha
Patrimônio líquido sobe de R$ 164,3 milhões para R$ 2,86 bilhões após emissão de 33,3 milhões de cotas
Resumo
As demonstrações financeiras de IRIM11 para o exercício encerrado em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da EY. Os auditores destacaram os CRIs e as cotas de outros FIIs, que representavam, respectivamente, 75,07% e 20,05% do patrimônio líquido. Na análise dos investimentos em FIIs, foram identificadas distorções não corrigidas, consideradas imateriais para a opinião; no conjunto, os critérios de avaliação foram considerados aceitáveis.
O patrimônio líquido passou de R$ 164,3 milhões para R$ 2,86 bilhões, principalmente após a emissão de 33,3 milhões de cotas, integralizadas por R$ 2,79 bilhões, em grande parte com ativos. Ao fim do período, a carteira tinha R$ 2,15 bilhões em CRIs, R$ 573,9 milhões em cotas de FIIs, R$ 150,7 milhões em fundo de renda fixa e R$ 30,7 milhões em participações de companhias fechadas. As notas também registram a reorganização envolvendo o IRDM11 e aportes de ativos associados à ampliação da carteira.
O lucro líquido foi de R$ 147,0 milhões, ante R$ 16,8 milhões no exercício anterior; o lucro por cota, porém, passou de R$ 8,73 para R$ 4,17, em meio ao forte aumento do número de cotas. O valor patrimonial por cota caiu de R$ 85,57 para R$ 81,26, e a cotação fechou junho em R$ 66,24, ante R$ 68,93 um ano antes. Foram declarados R$ 235,1 milhões em rendimentos, equivalentes a 96,59% do resultado-base de caixa; R$ 41,6 milhões permaneciam a distribuir no encerramento, e a média paga foi de R$ 5,54 por cota. As notas descrevem riscos de crédito, mercado, fatores macroeconômicos e liquidez, sem registrar demandas judiciais com perda possível ou provável.
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.