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IFRA11 Cotação: R$ 82,95 Queda de 0,78%

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IFRA11

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Cotação: R$ 82,95

Queda de 0,78%

R$ por cota · 03/11/2026 14:39 · B3

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Carta do gestor · Setembro/2026

Referência 16/10/2026 · entregue 16/10/2026 14:47

Em uma linha

Distribuição de R$ 0,85 por cota em setembro, equivalente a 0,90% no mês, paga em 7 de outubro

Resumo

A carta do gestor do IFRA11 referente a setembro de 2026 começa relembrando o objetivo do fundo, que é buscar no longo prazo retorno de 0,5% a 1,0% ao ano acima dos títulos públicos indexados à inflação com duration equivalente, por meio de títulos privados incentivados de infraestrutura, isentos de imposto de renda para pessoa física. A distribuição de setembro, paga em 7 de outubro, foi novamente de R$ 0,85 por cota, equivalente a 0,90% no mês e cerca de 11,6% ao ano na janela de 12 meses. O gestor explica que esse patamar foi afetado pela deflação de 0,32% do IPCA de agosto, que chega ao preço das debêntures com algum atraso de contabilização, e sinaliza que os rendimentos devem subir conforme a inflação volte ao território positivo. O fundo encerrou o mês com patrimônio líquido de R$ 1.445 milhões, 34.221 cotistas, cota patrimonial de R$ 93,3 e cota de mercado de R$ 91,0, com rentabilidade nominal de 2,46% nos últimos 12 meses, cerca de 11,42 pontos percentuais abaixo do IMA-B.

No comentário de mercado, o destaque foi o fraco volume de novas emissões de debêntures incentivadas, apenas R$ 7 bilhões em setembro, e a forte aceleração de resgates nos fundos abertos de infraestrutura, com R$ 5,9 bilhões de saída líquida contra R$ 3,3 bilhões em agosto. Essa combinação, somada à venda de papéis por tesourarias de bancos e por gestores buscando liquidez para honrar resgates, pressionou o mercado secundário e abriu em 38 pontos-base os spreads da cesta do IDA IPCA-Infraestrutura, afetando todos os fundos do setor, inclusive os fechados e listados como o IFRA11. Do outro lado, o cupom das NTN-Bs fechou de forma expressiva, com a NTN-B 2037 recuando 44 pontos-base, o que neutralizou parte desse efeito. No cenário externo, as taxas de juros internacionais subiram, com o Federal Reserve adotando postura mais firme e preocupações geopolíticas pesando, enquanto o Brasil mostrou resiliência, com o mercado dando mais peso ao cenário eleitoral e o Banco Central cortando a Selic em 0,25%, mantendo a sinalização de continuidade do ciclo de queda condicionada ao câmbio. Os índices de renda fixa locais tiveram desempenho positivo no mês, com IMA-B a 3,15%, IMA-B5 a 2,01% e IRF-M a 2,09%.

Sobre a carteira, o fundo mantém 99% do patrimônio em crédito privado, com spread médio a mercado de 1,58% acima do benchmark, duration média de 5,31 anos e taxa média de entrada de IPCA+8,25%, chegando a IPCA+9,03% na marcação a mercado. O gestor avalia que os fundamentos de crédito seguem sólidos e que o carrego da carteira está em patamar atraente, da ordem de 1,58% de spread. Em setembro, foram investidos R$ 10 milhões em debêntures, aumentando a exposição em CONF11, GSTS14 e GSTS24, todos emissores já presentes na carteira, a uma taxa média de IPCA+9,72%. A carteira está distribuída principalmente entre saneamento, rodovias, telecomunicações, transmissão de energia e geração hidrelétrica, com maior concentração em ratings AAA, AA+, AA e AA-, e o documento ainda traz uma descrição detalhada de cada emissor, suas atividades, concessões e características dos títulos.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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