No relatório de fevereiro de 2026 do ICRI11, o patrimônio líquido subiu para R$ 394,54 milhões, contra R$ 393,20 milhões em janeiro, com cota patrimonial em R$ 102,28, alta de 0,34% em relação aos R$ 101,93 do mês anterior, e cota de mercado em R$ 97,21, ante R$ 95,00. O número de cotistas cresceu para 11.415, de 10.973.
A distribuição de rendimentos permaneceu em R$ 0,95 por cota, com dividend yield anualizado de 11,78% sobre cota patrimonial e 12,38% sobre cota de mercado, similar ao mês passado. As receitas caíram para R$ 4,24 milhões, de R$ 4,67 milhões em janeiro, com resultado de R$ 3,92 milhões, contra R$ 4,32 milhões, e reserva de caixa em R$ 2,17 por cota ao fim do mês, levemente acima dos R$ 2,11 de janeiro.
Na carteira, a alocação em CRIs avançou para 92,48% do PL, de 89,88% em janeiro, com FIIs estáveis em 5,31% (ante 5,26%) e caixa reduzido para 2,20%, de 4,86%, refletindo a conclusão da alocação de 3,8% do patrimônio no CRI XPLG (galpões logísticos, IPCA+8,96% aquisição, saldo R$ 15,21 milhões, 3,86% PL, duration 6,98 anos), mencionado como pendente no relatório anterior. O segmento de galpões logísticos subiu para 7,54% dos CRIs, de 3,61%, enquanto incorporação caiu para 31,40%, de 32,43%, e pulverizado imobiliário para 19,49%, de 20,94%. Duration média dos CRIs aumentou para 2,89 anos, de 2,64 anos.
O IFIX valorizou 1,32% em fevereiro, acumulando 3,62% em 2026, com retorno da cota patrimonial em 1,27% no mês e 2,97% no ano até agora. O gestor destaca fluxo estrangeiro na bolsa e crescimento no volume negociado de FIIs, de R$ 8 bilhões em setembro/2025 para R$ 11 bilhões em janeiro/2026.