No relatório de janeiro de 2026 do ICRI11, a cota patrimonial fechou em R$ 101,93, com alta de 0,79% em relação a dezembro de 2025, quando estava em R$ 101,14, e o patrimônio líquido atingiu R$ 393,20 milhões, ante R$ 390,34 milhões no mês anterior. A cota de mercado subiu para R$ 95,00, alta de 5,6% ante R$ 90,90, enquanto o número de cotistas cresceu para 10.973, de 9.466. O dividendo mantido em R$ 0,95 por cota resulta em DY anualizado de 11,87% sobre cota patrimonial e 12,68% sobre mercado, contra 11,88% e 13,29% em dezembro.
O gestor aprovou nova operação de R$ 15 milhões, equivalente a 3,8% do PL, em CRI para alavancagem do FII XPLG, com remuneração IPCA + 8,90% a.a., garantias de alienação fiduciária de galpões logísticos a LTV de 31% e cessão fiduciária de recebíveis de locação, com covenant ICSD de 1,25x; a liquidação ocorre no início de fevereiro. O caixa encerrou em cerca de 5% do PL, ante 3,7% em dezembro, com reservas de R$ 2,11 por cota.
A composição da carteira mostra CRIs em 89,88% do PL, queda ante 91,02% no mês anterior, FIIs estáveis em 5,26% e caixa em 4,86%. No portfólio de CRIs, o saldo MtM totalizou R$ 353,41 milhões, ante R$ 355,27 milhões, com duração média de 2,64 anos, de 2,66 anos. Segmentos tiveram leves ajustes, como incorporação em 32,43% ante 32,19%, pulverizado imobiliário em 20,94% ante 21,63% e geração distribuída em 18,77% ante 18,40%. Por indexador, IPCA+ representa 55,05% do PL, de 55,56%.
Receitas de janeiro somaram R$ 4,67 milhões, com R$ 4,49 milhões de CRIs e R$ 0,18 milhão de caixa, resultando em R$ 4,32 milhões de resultado antes de distribuição de R$ 3,66 milhões. O gestor mantém preferência por papéis atrelados à inflação para capturar juros reais elevados, em meio a sinais de desaceleração econômica e possível início de corte na Selic em março.