No relatório de março de 2026 do ICRI11, a cota patrimonial fechou em R$ 102,25, com leve queda de 0,03% ante R$ 102,28 em fevereiro, enquanto o patrimônio líquido foi de R$ 394,40 milhões, contra R$ 394,54 milhões no mês anterior. O número de cotistas subiu para 11.673, de 11.415.
O fundo distribuiu R$ 1,05 por cota, ante R$ 0,95 em fevereiro, resultando em dividend yield anualizado de 13,04% sobre cota patrimonial e 13,74% sobre cota de mercado de R$ 97,34. A reserva cresceu para R$ 2,40 por cota, de R$ 2,17.
O gestor reportou nova alocação de 5% do patrimônio em CRI CashMe III Sr, do Grupo Cyrela, a IPCA + 8,6% com duration de 4 anos, saldo de R$ 19,71 milhões. Concluiu alocação anterior no XPLG mencionada em fevereiro. Caixa encerrou em 3% do patrimônio, ante 2,2%, e segue analisando operações IPCA.
Composição do portfólio mudou: CRI em 91,52% (era 92,48%), FIIs 5,39% (era 5,31%), caixa 3,09%. Nos CRIs, Pulverizado Imobiliário subiu para 23,08% (era 19,49%), Incorporação para 31,83% (era 31,40%), Geração Distribuída para 17,99% (era 18,04%), enquanto Galpões Logísticos caiu para 5,76% (era 7,54%) e Shoppings para 4,35% (era 6,69%). Duration média dos CRIs em 2,87 anos, ante 2,89.
Receitas de março somaram R$ 5,78 milhões (vs R$ 4,24 em fevereiro), com CRIs em R$ 5,65 milhões (vs R$ 4,13), resultando em R$ 5,39 milhões de resultado (vs R$ 3,92 milhões) e distribuído R$ 3,86 milhões (vs R$ 3,66 milhões).
O gestor mantém estratégia de acúmulo de reservas para mitigar volatilidade em cenário de juros altos, com IFIX caindo 1,1% no mês.