No relatório de março de 2026 do HTMX11, o valor de mercado caiu para R$ 398,6 milhões ante R$ 412 milhões em fevereiro, com cota de mercado em R$ 138,02 contra R$ 142,66, enquanto o valor patrimonial recuou para R$ 427,6 milhões dos R$ 433,2 milhões anteriores e a cota patrimonial para R$ 148,00 dos R$ 150,00. O dividend yield de mercado subiu para 11,07% dos 10,56% do mês passado, e o patrimonial ficou em 10,03% ante 10,04%. O número de cotistas diminuiu para 34.286 dos 34.944 de fevereiro, seguindo a tendência de redução observada nos últimos meses.
Em fevereiro, o fundo vendeu 6 unidades hoteleiras, sendo 5 do Intercity Paulista e 1 do Estanplaza International, gerando receita de R$ 2,67 milhões e lucro líquido de R$ 2,35 milhões ou R$ 0,81 por cota após taxa de performance. Isso eleva o total vendido no ciclo de desinvestimento para 608 unidades, com R$ 46,38 por cota amortizada, deixando a carteira com 740 unidades em 19 hotéis no início de março, contra 746 unidades no início de fevereiro.
Os indicadores operacionais de janeiro de 2026 mostraram taxa de ocupação de 42%, alta de 5 pontos percentuais ante 40% em janeiro de 2025, diária média estável em R$ 477 e RevPAR de R$ 202, aumento de 6% sobre R$ 191 do ano anterior. A receita de aluguéis por quarto em fevereiro, referente a janeiro, foi de R$ 1.304, queda de 4% versus R$ 1.361 de janeiro de 2025, influenciada pelo benefício do PERSE ainda presente no primeiro trimestre.
O resultado de fevereiro registrou receitas totais de R$ 4,19 milhões ou R$ 1,45 por cota, abaixo dos R$ 9,22 milhões ou R$ 3,19 por cota de janeiro, com resultado do fundo em R$ 3,54 milhões ou R$ 1,23 por cota e distribuição de R$ 1,20 por cota. A composição da carteira por quartos ajustou levemente, com economy em 66% ante 65%, e reduções pontuais como Intercity Paulista para 9 quartos dos 14 anteriores e Estanplaza International para 36 dos 37.
O comentário do gestor destaca retomada em março com eventos como Expo Revestir e Lollapalooza, após benefícios de shows como AC/DC em fevereiro, e menciona riscos ao PERSE com possível extinção a partir de abril de 2025 e ações judiciais em andamento. A rentabilidade acumulada de março/25 a fevereiro/26 do HTMX11 foi de 5,9%, ante 2,3% até janeiro/26 no relatório anterior.