O relatório de junho de 2026 do HTMX11 indica que o valor de mercado do fundo caiu para 383,5 milhões de reais, com a cota sendo negociada a 132,80 reais, em comparação com 395,1 milhões de reais e 136,80 reais registrados no mês anterior. O valor patrimonial permaneceu praticamente estável em 430,8 milhões de reais, e a cota patrimonial ficou em 149,17 reais, contra 149,20 reais no relatório de maio. O número de cotistas seguiu em redução, atingindo 33.089, ante 33.476 no mês anterior.
No período, o gestor informou que maio apresentou forte demanda corporativa impulsionada por eventos como APAS Show, Hospitalar e Fispal Food Service, enquanto junho mostrou desempenho mais fraco devido aos efeitos da Copa do Mundo, apesar de feiras como Eletrolar e Pneushow. Foram vendidas duas unidades hoteleiras em maio, uma do Innside Iguatemi e outra do Ibis Morumbi, gerando lucro líquido de 722.696,78 reais ou 0,2502 real por cota. Com isso, o total de unidades vendidas desde o início do ciclo de desinvestimento chegou a 626, e a carteira passou a operar com 722 unidades em 17 hotéis, contra 724 unidades no mês anterior.
A distribuição de dividendos se manteve em 1,20 real por cota nos últimos três meses. Os indicadores operacionais referentes a abril mostraram taxa de ocupação de 61 por cento, diária média de 621 reais e RevPAR de 380 reais, com variações em relação ao mesmo período de 2025. A base de cotistas continuou em tendência de queda ao longo dos últimos doze meses.
O comentário macro destacou o acordo entre Estados Unidos e Irã, que reduziu parte da pressão sobre o petróleo, e a revisão da projeção do dólar para 5,40 reais ao final de 2026, no contexto de inflação doméstica em 4,80 por cento em doze meses e manutenção da Selic em 14,25 por cento até o fim do ano. A composição da carteira por segmento, região, administradora e bandeira permaneceu semelhante à do mês anterior.