No relatório de julho de 2026 do HTMX11, o valor de mercado do fundo subiu para R$ 395,8 milhões, com a cota a R$ 137,05, contra R$ 383,5 milhões e R$ 132,80 no relatório de junho. O valor patrimonial permaneceu estável em R$ 430,8 milhões, com a cota patrimonial em R$ 149,17. A quantidade de cotistas caiu de 33.089 para 33.042 no período mais recente, dando continuidade à redução observada ao longo dos últimos meses.
No mês de junho de 2026, foram vendidas quatro unidades hoteleiras, uma do Intercity Ibirapuera e três do Ibis Morumbi, gerando lucro líquido de R$ 889.929,58 ou R$ 0,3081 por cota após a taxa de performance. No mês anterior, em maio, haviam sido vendidas duas unidades, com lucro de R$ 722.696,78 ou R$ 0,2502 por cota. Desde o início do ciclo de desinvestimento, o total de unidades vendidas chegou a 630, e a carteira passou a operar com 718 unidades em 17 hotéis, ante 722 unidades no relatório anterior.
A distribuição de dividendos referente a junho alcançou R$ 2,95 por cota, valor superior aos R$ 1,20 registrados nos meses anteriores, refletindo o impacto das vendas realizadas. O resultado do fundo em junho foi de R$ 2.384 mil, ou R$ 0,83 por cota, contra R$ 1.855 mil ou R$ 0,64 por cota em maio.
Os indicadores operacionais referentes a maio de 2026 mostraram taxa de ocupação de 68%, diária média de R$ 620 e RevPAR de R$ 423, com variações positivas em relação ao mesmo mês de 2025. No relatório anterior, os dados de abril indicavam ocupação de 61%, diária média de R$ 621 e RevPAR de R$ 380, com queda em relação ao ano anterior.
A composição da carteira por região apresentou pequeno ajuste, com Berrini-Chucri Zaidan em 72%, Itaim Bibi em 11%, Congonhas em 7%, Vila Nova Conceição em 6% e Moema em 4%. O número de quartos em alguns hotéis reduziu ligeiramente, como o Ibis Morumbi, que passou de 272 para 269 quartos, e o Intercity Premium Ibirapuera, de três para duas unidades.
O comentário macro do relatório de julho atualizou o cenário internacional e doméstico, destacando resiliência econômica nos Estados Unidos e sinais de acomodação do crescimento no Brasil, com expectativa de continuidade dos cortes de 25 pontos-base na Selic até o final de 2026. O texto sobre o PERSE e as medidas judiciais em andamento permanece idêntico ao do relatório anterior.