No relatório de julho de 2026 do HSRE11, a principal novidade é a transição de gestão para o BTG Pactual, ocorrida em junho de 2026, com alteração do ticker para BTRU11 e este sendo o primeiro documento elaborado pela nova equipe. A gestora informa que está realizando análise detalhada dos 23 imóveis, contratos e despesas para identificar ganhos de eficiência, com iniciativas a serem comunicadas conforme avançarem.
O portfólio mantém 111.811 m² de ABL, vacância financeira de 0,0% e concentração de 90% da receita em locatários C&A, mantendo o padrão observado no relatório de maio de 2026, quando a ABL era de 105,2 mil m² e a vacância também era zero. A distribuição de dividendos permaneceu em R$ 0,85 por cota, gerando dividend yield anualizado de 11,8% com base no preço de junho, igual ao valor pago nos meses anteriores.
No resultado de junho, houve receita eventual de R$ 9,169 milhões, superior aos R$ 954 mil de maio, impulsionada por ganhos de capital com vendas de ativos. O patrimônio líquido ficou em R$ 769,7 milhões e o valor de mercado em R$ 771,4 milhões, com cota patrimonial de R$ 86,50 e de mercado de R$ 86,69. Os recebimentos projetados de vendas anteriores, como Tijuca e São Luís, seguem no cronograma de curto e médio prazo, com parcelas previstas para 3T26 a 3T27.
A rentabilidade no mês de junho foi de 3,0%, melhorando o acumulado de 2026 para -14,1% em relação a -16,6% registrado em maio. O número de cotistas ficou em 792, próximo aos 793 do relatório anterior, e o volume mensal de negociação subiu para R$ 25,6 milhões.