No relatório gerencial de fevereiro de 2026 do HSML11, o valor de mercado atingiu R$ 2,02 bilhões, ou R$ 94,72 por cota em 27/02, aumento de 2,3% ante R$ 1,97 bilhão e R$ 92,58 em 30/01. O valor patrimonial foi R$ 2,22 bilhões, ou R$ 103,89 por cota em 30/01, queda de 0,9% em relação a R$ 2,24 bilhões e R$ 104,83 em 31/12. O número de cotistas subiu para 190.493, ganho de 5.937 ante 184.556.
A liquidez diária média em fevereiro foi R$ 4,43 milhões, 18,6% acima dos R$ 3,73 milhões de janeiro. A distribuição de rendimentos manteve R$ 0,70 por cota, com dividend yield anualizado de 8,9%. O guidance para o 1S26 segue entre R$ 0,70 e R$ 0,75 por cota.
No desempenho operacional de janeiro/2026, o NOI cresceu 3% ante janeiro/2025, com NOI/m² de R$ 134,08; vendas subiram 6%, para R$ 1.378/m². Destaques positivos foram Pátio Cianê com +21% no NOI, Paralela +15% e Granja Vianna +9%; Uberaba caiu 7% por obras de expansão. A inadimplência líquida atingiu 6,4%, acima dos meses anteriores por sazonalidade e concentração em poucos lojistas, com parte já recuperada; ocupação ficou em 97,2%, ante 97,4% em dezembro/2025. Custo de ocupação em 8,6%.
A expansão do Shopping Uberaba avançou para 41,3% de conclusão, ante 40% no relatório anterior. O resultado de fevereiro foi R$ 0,80 por cota, com reserva acumulada de R$ 0,87 por cota, ante R$ 0,77 em janeiro. Rentabilidade ajustada em fevereiro foi +3,3%, acumulando +3,9% em 2026 e +35,8% nos últimos 12 meses, ante +25,3% do IFIX.
A alavancagem líquida subiu para 19,7%, de 19,1%, com saldo consolidado de obrigações em R$ 628,8 milhões. No cenário macro, o gestor revisou IPCA 2026 para 3,76% ante 3,87%, mantendo Selic em 11,50% ao fim do ano e PIB em 2,1%; câmbio projetado em R$ 5,21. A composição da carteira segue com 8 shoppings, ABL própria de 187,6 mil m² e ocupação média 97,2%.