No relatório gerencial de fevereiro/2026 do HSLG11, o valor de mercado do fundo subiu para R$ 1,219 bilhão, com cota a R$ 96,30, ante R$ 1,160 bilhão e R$ 91,67 em janeiro/2026, enquanto o valor patrimonial ficou em R$ 1,390 bilhão e R$ 109,83 por cota, com leve redução de R$ 109,88. O valor de mercado por m² avançou para R$ 3.117, de R$ 3.004 no mês anterior.
A liquidez diária média aumentou para R$ 857 mil, 13% acima dos R$ 756 mil de janeiro e 22% maior que a média de 2025, com número de cotistas em 40.402, ante 40.289. O portfólio manteve 100% de ocupação há 15 meses, sem vacância ou inadimplência, e todos locatários adimplentes.
Houve reajuste por IPCA de +4,44% em contrato com Fresenius no HSI Log. Castelo, representando 0,4% da receita total do fundo, sem impacto no aluguel médio, que permaneceu em R$ 25,40 no galpão e R$ 26,20 no portfólio. O cap rate implícito de mercado caiu para 10,1%, de 10,5% em janeiro.
A performance da cota ajustada por dividendos foi de +5,9% em fevereiro, ante +0,2% em janeiro, com YTD 2026 em 6,0% e últimos 12 meses em 46,6%, contra 39,9% anteriormente. O dividend yield anualizado ficou em 9,0%, de 9,4%.
A distribuição foi de R$ 0,72 por cota, igual a janeiro, com guidance para 1S2026 mantido entre R$ 0,72 e R$ 0,76. O resultado operacional atingiu R$ 10,03 milhões (R$ 0,79/cota), ante R$ 9,89 milhões (R$ 0,78/cota), e reserva acumulada subiu para R$ 1,28 por cota, de R$ 1,21.
Na visão macro do gestor, projeção de IPCA 2026 foi revisada para 3,76%, de 3,87%, com Selic final em 11,50% e câmbio em R$ 5,21, reiterando cortes a partir de março. Alavancagem líquida subiu para 20,9%, de 19,6%, com dívida consolidada em R$ 407,3 milhões, ante R$ 406,9 milhões.
Composição da carteira e receita por locatários permaneceram estáveis, com Casas Bahia em 30,9%, Mercado Livre em 13,9% e potenciais reduções de até 12 p.p. após novas comercializações. Não houve novas compras, vendas ou mudanças na estratégia.