No relatório de maio de 2026 do HSLG11 a distribuição subiu para R$ 0,74 por cota, ante R$ 0,73 no mês anterior, e o guidance para o primeiro semestre foi ajustado para o intervalo de R$ 0,74 a R$ 0,76 por cota, partindo de um piso maior que no relatório de abril. O valor de mercado do fundo caiu para R$ 1,139 bilhão a R$ 90,00 por cota, contra R$ 1,179 bilhão a R$ 93,11 no mês anterior, enquanto o número de cotistas reduziu-se de 40.374 para 40.116.
O aluguel médio do portfólio avançou de R$ 26,20/m² para R$ 26,80/m², refletindo reajustes pelo IPCA de 4,14% aplicados em maio nos galpões de Contagem e São José dos Pinhais, que representam 33% da ABL total, e duas revisionais concluídas no ativo Castelo com altas nominais de 8,78% e 24,54%. Os ajustes nos contratos de Dutra e Castelo também contribuíram para o novo patamar médio de R$ 26,80/m², mantendo-se a ocupação em 100% e todos os locatários adimplentes.
A carteira de obrigações cresceu para R$ 434,1 milhões, ante R$ 408 milhões no informe anterior, após a integralização da quinta tranche do CRI do BTS Meli no valor de R$ 25,2 milhões. O índice de alavancagem líquida subiu ligeiramente para 20,0%, contra 19,9% em abril, com a composição permanecendo em 53% indexada ao IPCA e 47% ao CDI.
A receita imobiliária do mês aumentou para R$ 13,67 milhões, ante R$ 13,41 milhões em abril, e o valor de mercado por m² recuou de R$ 2.990 para R$ 2.918, elevando o cap rate implícito de 10,5% para 11,0%. A liquidez diária média caiu para R$ 827 mil, contra R$ 1,1 milhão no mês anterior.