O relatório de junho de 2026 do HSLG11 indica que o fundo manteve a ocupação em 100% dos ativos e não registrou reajustes ou revisionais nos contratos durante o mês, com o aluguel médio por metro quadrado permanecendo em R$ 26,80. Em maio, os reajustes pelo IPCA aplicados a 33% da ABL e as revisionais concluídas no galpão Castelo haviam elevado o aluguel médio de R$ 26,20 para R$ 26,80, de modo que junho não trouxe alterações adicionais nesse indicador. O valor de mercado da cota caiu para R$ 88,00 contra R$ 90,00 do mês anterior, enquanto o valor patrimonial por cota recuou para R$ 109,49 de R$ 109,62, resultando em valor de mercado por m² de R$ 2.872 contra R$ 2.918.
A distribuição foi mantida em R$ 0,74 por cota, com o guidance atualizado para o restante do ano de 2026 permanecendo entre R$ 0,74 e R$ 0,76. O comentário do gestor traz projeções revisadas para o cenário macro, com Selic estimada em 14,25% ao final de 2026, acima dos 13,25% projetados em maio, e IPCA em 5,50%, acima dos 5,40% anteriores, após a redução da Selic para 14,25% e o tom mais cauteloso do Copom. A alavancagem líquida subiu ligeiramente para 20,2% de 20,0%, com o saldo total das obrigações em R$ 435,5 milhões contra R$ 434,1 milhões no mês anterior.
O número de cotistas diminuiu para 39.898 de 40.116, e a liquidez diária média subiu para R$ 889 mil de R$ 828 mil. A carteira de locatários e a composição dos ativos não apresentaram mudanças, mantendo a concentração em Casas Bahia em 31,4% da receita e todos os imóveis dentro do raio de 30 km das capitais.