No relatório de fevereiro/2026 do HSAF11, o valor de mercado subiu para R$ 210,8 milhões (R$ 83,43 por cota), contra R$ 200,8 milhões (R$ 79,50 por cota) em janeiro, enquanto o valor patrimonial avançou ligeiramente para R$ 225,9 milhões (R$ 89,41 por cota) ante R$ 225,7 milhões (R$ 89,35 por cota). O número de cotistas caiu de 8.745 para 8.711, e a liquidez diária média reduziu de R$ 1,76 milhão para R$ 1,12 milhão.
A distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,95 por cota pelo 14º mês consecutivo, com dividend yield de 1,14% no mês (14,55% anualizado), abaixo dos 1,19% (15,32% anualizado) de janeiro, equivalendo a 118% do CDI líquido. O resultado por cota foi de R$ 0,94, superior aos R$ 0,91 do mês anterior, e o fundo fechou com R$ 0,40 por cota de resultado acumulado, igual a janeiro. A guidance para março segue entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota.
No cenário macro, o gestor atualizou a projeção de IPCA para 2026 de 3,87% para 3,76%, mantendo câmbio em R$ 5,21, Selic terminal em 11,50% e PIB em 2,1%. A performance total no mês foi de +6,21% (5ª maior entre 114 fundos do IFIX), com acumulado de 12 meses em +21,62% (175% do CDI líquido) e desde o IPO em +81,13% (131% do CDI líquido).
A alocação em CRIs subiu para 63,7% do total de ativos (vs 63,2% em janeiro), com todos os ativos 100% adimplentes. O spread ponderado de CRIs IPCA permaneceu em 8,66% a.a. (36% da carteira), e CDI em 4,69% a.a. (27%, ante 4,66%). O spread implícito IPCA caiu para 10,5% ante 13,1%. No CRI Salto (3,67% da carteira), o avanço físico atingiu 80% (vs 78,53%), liberando a terceira tranche de R$ 6 milhões em março, totalizando R$ 14,4 milhões investidos.
A fatia em FIIs ficou em 24% (igual a janeiro), com dividend yield médio de 0,99% no mês (12,48% a.a.), ante 12,60% a.a. As TIRs dos principais FIIs variaram levemente, como KNIP11 em 12,17% (vs 12,23%), KNCR11 em 16,99% (vs 17,07%) e MCCI11 em 10,46% (vs 10,43%). Não há menções a novas compras, vendas ou mudanças na estratégia.