No relatório de abril/2026 do HSAF11, a distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,95 por cota, marcando o 16º mês consecutivo nesse valor, com pagamento em 08/05/2026. O resultado operacional foi de R$ 2.687.138 (R$ 1,06 por cota), superior aos R$ 2.346.551 (R$ 0,93 por cota) de março, impulsionado por rendimentos de CRIs de R$ 2.187.817 e FIIs de R$ 575.855. O fundo acumulou R$ 0,49 por cota de resultado contábil, ante R$ 0,37 em março, com guidance para maio entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota.
O gestor concluiu as alocações anunciadas como eventos subsequentes em março: última tranche do CRI Salto (R$ 6,0 milhões, CDI + 6,00% a.a.), CRI Shopping Jaraguá do Sul no secundário (R$ 12,0 milhões, IPCA + 9,25% a.a., LTV 62%, duration 4,5 anos) e CRI Yakã (R$ 5,0 milhões, CDI + 5,49% a.a., LTV 66%, bullet em 3 anos). Não houve menção a vendas de ativos.
A composição da carteira mudou significativamente: CRIs IPCA subiram para 40% (retorno médio IPCA + 8,71% a.a., ante 35% e +8,64%), CRIs CDI para 32% (+4,75% a.a., ante 27% e +4,66%), totalizando 72% em CRIs (vs 62,5% em março); FIIs estáveis em 24% (20% recebíveis, 4% reais); caixa caiu para 4% (vs 13,8%). Todos os CRIs seguem 100% adimplentes.
O valor patrimonial subiu para R$ 226,3 milhões (R$ 89,56/cota), ante R$ 225,0 milhões (R$ 89,07/cota), enquanto o valor de mercado recuou para R$ 203,4 milhões (R$ 80,50/cota, vs R$ 204,6 milhões e R$ 80,99). Número de cotistas caiu para 8.699 (vs 8.717).
Liquidez diária média aumentou para R$ 1,01 milhão (vs R$ 0,55 milhão em março), com giro de 10,0% das cotas (vs 5,9%) e volume total de R$ 20,3 milhões. Dividend yield anualizado foi de 15,12% em abril (vs 15,02% em março).
No cenário macro, Copom cortou Selic para 14,50% a.a.; projeções revisadas para fim de 2026: Selic 13,25%, IPCA 5,20% (alta ante 4,80%) e PIB 2,20%. DY médio dos FIIs do portfólio foi 1,05% a.m. (vs 0,91%), com TIRs como KNCR11 em 16,72% a.a. (vs 16,62%).