No relatório de maio de 2026 do HGRU11, o principal destaque foi o anúncio do início da 6ª emissão de cotas, no valor total de R$ 1,5 bilhão, com período de direito de preferência entre 29 de maio e 12 de junho.
O fundo registrou receita total de R$ 1,14 por cota e resultado distribuível de R$ 0,89 por cota, acima dos R$ 1,05 e R$ 0,80 observados em abril. A diferença veio principalmente da venda de duas lojas Pernambucanas, que gerou ganho não recorrente de R$ 0,09 por cota, com TIR média de 27% e prêmio de 29% sobre os laudos. A distribuição de rendimentos se manteve em R$ 0,95 por cota, conforme a projeção anterior.
O número de imóveis caiu de 100 para 98 e o de locatários de 25 para 24, refletindo as vendas. A ABL reduziu para 598.745 m², a alavancagem subiu ligeiramente de 5,4% para 5,5% e o WALE avançou de 9,2 para 9,4 anos. A vacância física e financeira permaneceu estável em 0,8%, sem movimentações de locatários ou reajustes no mês.
O patrimônio líquido ficou em R$ 3,0 bilhões e a cota patrimonial em R$ 128,89, praticamente estável. A alocação em outros FIIs recuou de 8,7% para 8,6% do PL. O número de cotistas cresceu de 231,5 mil para 232 mil. A performance do mês foi de -1,2%, alinhada à queda do IFIX de -1,3%.