O documento analisado é o relatório de auditoria independente e as demonstrações financeiras do HGRU11, referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, elaborado pela Grant Thornton. O parecer dos auditores é sem ressalvas, atestando que as demonstrações apresentam adequadamente a posição patrimonial do fundo de acordo com as normas da CVM aplicáveis a fundos imobiliários. O maior destaque vai para os imóveis de renda, que representam 93% do patrimônio líquido e são avaliados a valor justo por empresa especializada, com procedimentos de auditoria incluindo análise de contratos de aluguel e projeções de fluxo de caixa.
No balanço, o patrimônio líquido do HGRU11 alcançou R$ 3,007 milhões em 2025, com aumento em relação ao ano anterior, impulsionado pelo lucro do exercício de R$ 350 milhões. As receitas de aluguel totalizaram R$ 256 milhões, além de ganhos com venda de imóveis e ajustes de valor justo. O fundo distribuiu R$ 284,6 milhões em rendimentos aos cotistas, seguindo a política de repasse mínimo de 95% dos resultados em base caixa, conforme exigências regulatórias. Os principais passivos envolvem obrigações de aquisição de imóveis e securitização de imóveis comprados.
A carteira do HGRU11 é composta majoritariamente por imóveis comerciais e industriais, como lojas de grandes redes varejistas, com movimentações relevantes no período, incluindo vendas que geraram lucros e aquisições que ajustaram o portfólio. Os auditores também destacaram como matéria relevante a política de distribuição de rendimentos e os riscos de mercado, crédito e liquidez associados aos ativos imobiliários. O valor patrimonial por cota ficou em R$ 129,41 ao final do ano.