No relatório de março de 2026 do HGRU11, a receita total foi de R$ 1,12 por cota, acima dos R$ 0,95 de fevereiro, levando a um resultado distribuível de R$ 0,85 por cota contra R$ 0,75 anterior. A distribuição permaneceu em R$ 0,95 por cota, paga em 15 de abril. Eventos não recorrentes incluíram a regularização do repasse de excedente de CRIs, que afetou receitas e despesas como adiantado no relatório passado, e uma perda de R$ 0,06 por cota na venda de cotas do GARE11, parte de uma troca para gerar liquidez sem grandes impactos.
A gestão segue buscando desinvestimentos no portfólio de lojas Pernambucanas, com todas as vendas acima do valor patrimonial, visando elevar a receita distribuída e destacar o valor intrínseco dos ativos. Não houve movimentações de locatários, mantendo vacância física e financeira em 0,8%, igual a fevereiro. Reajustes ocorreram em 30.340 m² de ABL, aumento ante 23.380 m² do mês anterior.
Alavancagem financeira caiu para 5,6% de 5,7%, com projeção de 5,0% no início de 2027. Composição da carteira segue com 100 imóveis, 600.276 m² de ABL, 25 locatários e WALE de 9,3 anos, ante 9,4. Alocação em FIIs reduziu para 8,7% do PL de 9,5%, refletindo a venda no GARE11. P/VP ajustou para 1,01x de 1,02x, cota patrimonial em R$ 128,91 de R$ 129,14, e ADTV em R$ 4,3 milhões de R$ 6,5 milhões.
Performance mensal do HGRU11 foi -0,1%, contra +2,3% em fevereiro, alinhada à retração do IFIX em -1,1% devido a tensões no Oriente Médio, alta do petróleo e juros futuros acima de 14%. Renda Urbana variou -0,1%. Número de cotistas subiu para 230,9 mil de 229,7 mil. Parcelas a pagar no curto prazo diminuíram para R$ 59,1 milhões de R$ 61,2 milhões.