O relatório apresenta as demonstrações financeiras auditadas do HGLG11 em 31 de dezembro de 2025 e 2024, com opinião sem ressalvas da Ernst & Young. O patrimônio líquido cresceu para R$ 7,064 bilhões, impulsionado por integralização de R$ 1,398 bilhão na 10ª emissão de cotas, totalizando 42,4 milhões de cotas. As propriedades para investimento, principal ativo com R$ 6,739 bilhões (95% do PL), foram avaliadas a valor justo por laudos independentes, com ajuste positivo de R$ 161 milhões no resultado. O ativo total atingiu R$ 8,358 bilhões, ante R$ 6,665 bilhões em 2024.
O lucro líquido foi de R$ 616 milhões em 2025, similar aos R$ 609 milhões de 2024, com receitas de aluguéis de R$ 471 milhões e resultado líquido de propriedades de R$ 558 milhões. O fluxo de caixa operacional gerou R$ 438 milhões, mas investimentos consumiram R$ 1,395 bilhão em aquisições de imóveis e SPEs. Despesas administrativas somaram R$ 36 milhões (0,64% do PL médio). Rendimentos distribuídos totalizaram R$ 459 milhões, equivalente a 95% do mínimo exigido.
O fundo expandiu a carteira com aquisições como galpões em Cariacica (50%), Itupeva G300 e Simões Filho, além de Osasco, Porto Canoa, Fernão Dias, Privalia, Betim, Guarulhos, Embu e PQNM, financiadas por emissões e compensações de cotas. Há obrigações por aquisições de R$ 404 milhões e parcelas de securitização de R$ 678 milhões. Rentabilidade média das cotas foi de 9,97%, com cotação de fechamento em R$ 157,55 em dezembro de 2025. Os riscos incluem vacância, inadimplência e flutuações de mercado, gerenciados pela administradora.