O fundo HGLG11 registrou em junho de 2026 receita total de R$ 1,73 por cota e resultado de R$ 1,47 por cota, com destaque para o zeramento do lucro contábil da SPE decorrente da conclusão de um empreendimento, movimento recorrente em desenvolvimentos do fundo. A distribuição de rendimentos se manteve em R$ 1,10 por cota, igual à de maio. A vacância física caiu para 3,1% ante 3,9% do mês anterior, após entrada de Fuleda em Guarulhos, Shinedux no Syslog Galeão e Shopee no CLE, com saída da TLS no CLE. A projeção para julho é de 3,3%, e a saída prevista da Cargill em Goiânia para janeiro de 2027 deve elevar a vacância para 4,0%.
A obra do HGLG Simões Filho G100 foi concluída, com o galpão em operação e licenças emitidas. No mesmo mês, o fundo assinou contrato BTS com o Mercado Livre para o HGLG Itupeva G400, totalizando 52.200 m² de ABL a R$ 37,05 por m², com yield on cost estimado em 11,8% após a obra. O portfólio cresceu para 42 imóveis e 2.309.513 m² de ABL, ante 41 imóveis e 2.223.176 m² em maio, com WALE subindo de 3,5 para 4,3 anos. A alavancagem financeira recuou para 8,7% do patrimônio, contra 8,8% no mês anterior, ou 10,3% considerando dívida via SPE.
O número de cotistas aumentou para 578,8 mil em junho, contra 573,4 mil em maio. O ADTV subiu para R$ 14,7 milhões. O processo de incorporação dos fundos LVBI e Brookfield continua aguardando parecer da CVM sobre direito de reembolso, com expectativa mantida para o segundo semestre de 2026. A cota do HGLG11 variou -2,3% no mês, ante variação de +0,3% em maio, enquanto o IFIX recuou 1,2% em junho e 1,3% em maio.