HGCR11

PÁTRIA RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/07/2026

Entrega

12/08/2026 19:42

Resumo

No mês de julho de 2026 o HGCR11 distribuiu R$ 1,00 por cota, acima dos R$ 0,95 pagos em junho, com a gestão informando a manutenção desse patamar para o trimestre seguinte e possibilidade de novo ajuste no quarto trimestre. O resultado distribuível foi de R$ 1,02 por cota, ligeiramente inferior aos R$ 1,10 de junho, enquanto a reserva acumulada subiu de R$ 0,67 para R$ 0,69 por cota.

O patrimônio líquido do HGCR11 ficou praticamente estável em R$ 1.501,7 milhões, com P/VP passando de 0,94x em junho para 0,97x em julho. O valor de mercado subiu de R$ 1.416,3 milhões para R$ 1.450,5 milhões, e o número de cotistas aumentou de 104.152 para 104.221. O volume médio diário negociado caiu de R$ 3,6 milhões para R$ 2,5 milhões.

A alocação da carteira recuou de 98,0% para 97,4% do patrimônio líquido, com a porção em CRI e operações estruturadas passando de 89,6% para 89,1%. Os yields médios da carteira de CRI permaneceram próximos a IPCA + 10,4%, com prazo médio de 3,6 anos. A exposição em FIIs caiu de 8,4% para 8,3%.

Em julho o fundo aumentou a posição no CRI JFL Lorena em R$ 2,3 milhões e vendeu parcialmente o CRI GPA RBVA em R$ 5,5 milhões, gerando prejuízo de R$ 0,04 por cota. No mês anterior haviam ocorrido compras no Union e no JFL Lorena, além de vendas no Globo, GPA RBVA e Almeida Júnior, além do resgate do WTC.

O relatório de julho trouxe a reclassificação dos segmentos dos CRI, com o segmento Residencial agora separado em Financiamento à Construção e Estoque para melhor refletir o perfil de risco das operações. Não foram incluídos novos ativos na watchlist.

O desempenho mensal do HGCR11 passou de -4,8% em junho para +3,5% em julho, enquanto o IFIX variou de -1,2% para -0,3% no mesmo período. A alocação por indexador permaneceu estável, com cerca de 83% indexado ao IPCA.