O relatório apresenta as demonstrações financeiras do HGBS11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela Grant Thornton com opinião sem ressalvas, conforme práticas contábeis brasileiras para FIIs. O patrimônio líquido totalizou R$ 2,679 milhões, ante R$ 2,737 milhões em 2024, com 129 milhões de cotas integralizadas após desdobramento de 1 para 10 e emissão de R$ 41 milhões em novas cotas. As propriedades para investimento representam R$ 2,371 milhões (88,49% do PL), avaliadas a valor justo por laudos de Cushman & Wakefield, CBRE e Capright, com principais ativos em shoppings como Penha, West Plaza e Mooca Plaza. Outros investimentos incluem R$ 569 milhões em cotas de FIIs e R$ 85 milhões em CRIs.
O lucro líquido do exercício foi de R$ 142 milhões, superior aos R$ 45 milhões de 2024, impulsionado por receitas de aluguéis de R$ 216 milhões e rendimentos de FIIs de R$ 47 milhões, mas impactado por ajuste negativo a valor justo das propriedades de R$ 147 milhões e despesas com securitização de R$ 44 milhões. O resultado líquido das propriedades foi R$ 78 milhões, com equivalência patrimonial de R$ 12 milhões da SPE Vértico Bauru (65% do capital). No regime de caixa, o lucro auferido foi R$ 235 milhões, com distribuição de 102% do mínimo exigido (R$ 240 milhões pagos).
Os fluxos de caixa mostram geração operacional de R$ 214 milhões, saída de R$ 31 milhões em investimentos (aquisições de R$ 244 milhões em imóveis como Parkshopping São Caetano, benfeitorias e CRIs, compensadas por vendas de R$ 81 milhões em shoppings como Jardim Sul) e saída de R$ 241 milhões em financiamentos (pagamento de rendimentos). Há obrigações a pagar por aquisições de R$ 539 milhões, principalmente securitizações. Eventos subsequentes incluem aquisição total do Boulevard Bauru e venda do Suzano Shopping em janeiro de 2026. O fundo destaca riscos de mercado, imobiliário e liquidez, com políticas de gerenciamento.