No relatório de janeiro de 2026 do HFOF11, a cota patrimonial subiu para R$ 7,96 ante R$ 7,82 em dezembro de 2025, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 7,00 de R$ 6,63, elevando o valor de mercado para R$ 1,80 bilhão contra R$ 1,77 bilhão. O número de cotistas cresceu para 96.722 dos 93.410 anteriores, mas as cotas totais caíram para 225.785.000 com o cancelamento de 343.872 unidades recompraadas no mês a um desconto médio de 18,2%, totalizando R$ 2,2 milhões investidos versus R$ 2,7 milhões no valor patrimonial; desde agosto de 2025, já foram canceladas 4.675.000 cotas com R$ 28,7 milhões investidos contra R$ 35,5 milhões patrimoniais.
O fundo movimentou R$ 46,3 milhões em janeiro, com R$ 22,8 milhões em compras e R$ 23,5 milhões em vendas, incluindo desinvestimento em fundo corporativo com alta recente, giro de fundos de CRI com menor desconto e arbitragem em CRI com ágio na bolsa; nos últimos 12 meses, o total foi R$ 351,6 milhões, ou 19,6% do PL.
A distribuição de rendimentos subiu para R$ 0,060 por cota em janeiro, ante R$ 0,056 em dezembro, com pagamento em 13 de fevereiro; o FFO foi R$ 0,065 por cota no mês, superior aos R$ 0,055 anteriores e à média de 12 meses de R$ 0,058, e o gestor indica intenção de manter esse patamar nos próximos meses, próximo ao resultado recorrente.
A composição da carteira manteve 97,5% em fundos imobiliários e 2,5% em renda fixa, com estratégia de 61% renda, 9% ganho de capital e 30% misto; por segmento, corporativo em 29,4%, CRI 21,1%, logístico 17,6%, renda urbana 16,0% e shopping 14,3%, similar ao mês anterior mas com leve alta em CRI de 20,8%. As top posições incluem HLOG11 em 13,8% (ante 13,9%), TVRI11 10,4% (de 10,3%), HAAA11 e HREC11 em 9,1% cada, e HGBS11 8,4% (de 8,6%).
O desconto da cota em bolsa versus patrimonial caiu para 12,8% de 15,9%, com upside potencial de 30,7% para R$ 9,07 se ativos forem a valor patrimonial, ante 38,1% para R$ 9,08 antes; descontos setoriais mostram corporativo em 29,9%, logístico 28,9% e CRI 17,8%. O volume negociado em bolsa subiu para R$ 51,2 milhões em janeiro, com média diária de R$ 2,4 milhões e giro de 3,4%. O retorno patrimonial do mês foi 3,33%, ante 2,03% em dezembro.