No mês de julho de 2026 o HFOF11 iniciou o segundo programa de recompra de cotas, com autorização para adquirir até 10.946.850 cotas até julho de 2027, desde que abaixo do valor patrimonial e com cancelamento imediato. No próprio mês, o fundo recomprou e cancelou 507 mil cotas com desconto médio de 17,3 por cento, investindo R$ 3,2 milhões. Desde o início dos programas em agosto de 2025, o total cancelado chegou a 12,03 milhões de cotas, com investimento de R$ 77,6 milhões e ganho patrimonial de 20,2 por cento sobre o valor investido.
O valor patrimonial do HFOF11 subiu para R$ 1,67 bilhão em julho, contra R$ 1,43 bilhão em junho, enquanto a quantidade de cotas caiu de 218,937 milhões para 218,43 milhões. A cota patrimonial recuou levemente de R$ 7,66 para R$ 7,63, e a cota de mercado passou de R$ 6,55 para R$ 6,41, elevando o desconto em bolsa de 15,3 por cento para 16,8 por cento. O número de cotistas diminuiu de 91.647 para 89.279.
As movimentações totais no mês foram de R$ 7 milhões, com R$ 3,2 milhões em compras e R$ 3,8 milhões em vendas, reduzindo a exposição a alguns fundos de CRI, shoppings e renda urbana com menor desconto. Nos últimos 12 meses o volume de compras e vendas se manteve em R$ 371,4 milhões, equivalente a 22,3 por cento do patrimônio.
O rendimento distribuído permaneceu em R$ 0,060 por cota, o mesmo valor de junho, e a gestora informou intenção de manter esse patamar nos próximos meses. O FFO do mês foi de R$ 0,066 por cota, acima dos R$ 0,060 registrados em junho. O resultado acumulado não distribuído subiu para R$ 0,091 por cota.
Na carteira, a alocação em CRI passou de 20,9 por cento para 20,5 por cento do PL, enquanto corporativo subiu de 32,1 por cento para 32,5 por cento. Os principais fundos mantiveram posições semelhantes, com HLOG11 em 15,2 por cento e HGBS11 em 12,7 por cento. O volume de emissões da indústria no ano aumentou de R$ 35,7 bilhões em junho para R$ 50,2 bilhões em julho.