No relatório de março de 2026 do HCTR11, o patrimônio líquido subiu para R$ 2,21 bilhões, contra R$ 2,20 bilhões em fevereiro. O valor da cota a mercado caiu de R$ 22,07 para R$ 20,83, e o número de cotistas recuou de 129.603 para 128.064. A liquidez diária média nos últimos 12 meses diminuiu de R$ 0,95 milhão para R$ 0,84 milhão.
A distribuição de dividendos passou de R$ 0,26 por cota em fevereiro para R$ 0,23 em março, com yield mensal de 1,10% sobre a cota a mercado. O yield anualizado caiu de 15,09% para 14,09%. No fluxo de caixa, o resultado gerado ficou em R$ 0,24 por cota em março, abaixo dos R$ 0,25 de fevereiro.
No acompanhamento das operações, a gestora informou que os dividendos do HCHG11 serão incluídos na DRE de abril de 2026. No HCST11, houve aporte de R$ 0,75 milhão para despesas do empreendimento H.I. Pinheiros, contra R$ 5,5 milhões aplicados em fevereiro para fitting out. A gestora continua monitorando ativos inadimplentes e empresas com waivers concedidos.
Na carteira, a alocação manteve-se próxima de 91% em CRIs, 9% em FIIs e 1% em caixa. A duration média dos CRIs caiu de 2,9 anos em fevereiro para 2,75 anos em março. O share por segmento mostrou leve alta em multipropriedade, de 51% para 52%. O resumo de status dos CRIs permaneceu em 16% em dia, 46% em carência de juros e 38% inadimplentes.
No DRE, as receitas de CRIs subiram para R$ 35,1 milhões em março, impulsionadas por mais dias úteis e IPCA de 0,70% no mês anterior. As despesas operacionais ficaram estáveis. A rentabilidade acumulada da cota patrimonial mais distribuições chegou a 87,4% até março, contra 86,6% em fevereiro.