No relatório de fevereiro do HCTR11, o patrimônio líquido caiu para R$ 2,197 bilhões, ante R$ 2,350 bilhões em janeiro, enquanto o valor de cota no mercado recuou de R$ 22,91 para R$ 22,07. O número de cotistas também diminuiu levemente, de 130.295 para 129.603.
A distribuição divulgada foi de R$ 0,26 por cota, abaixo dos R$ 0,27 do mês anterior, mantendo o dividend yield mensal em 1,18%. O yield anualizado ficou em 15,09%, próximo dos 15,10% de janeiro. No fluxo de caixa, o resultado por cota foi de R$ 0,25, inferior aos R$ 0,30 do mês anterior, influenciado por um aporte de R$ 5,5 milhões no HCST11 para adequação das unidades do empreendimento H.I. Pinheiros.
O fundo HCHG11 não distribuiu proventos em fevereiro, já que em janeiro seus ativos foram transferidos para o VVCR11 em troca de cotas, tornando-o inelegível temporariamente, com retomada prevista para março. Na DRE contábil de fevereiro, houve um resultado positivo maior devido à marcação a mercado positiva de R$ 27,3 milhões na linha de FIIs, contrastando com o valor negativo de janeiro.
A composição da carteira mostrou CRI em 91% e FII em 9%, com caixa em 0,6%. O resumo de status dos ativos indicou 16% em dia, 46% em carência de juros e 38% inadimplentes, alterado em relação aos 19%, 66% e 15% de janeiro, respectivamente. A gestora reportou continuidade nas cobranças de ativos inadimplentes e no monitoramento de waivers concedidos.